Superstições, mitos e lendas do mar

Superstições são crenças em relações de causa e efeito sem explicação lógica. As superstições são fundamentadas de maneira irracional no ser humano e tem a sua origem no medo, nas tradições populares ou no folclore. O sujeito supersticioso crê que suas ações de rezas, curas, conjuros, feitiços, simpatias ou antipatias, podem influenciar a sua e a vida dos outros.

Apesar de toda a tecnologia — barcos modernos, sistemas de GPS e sonares — quem se aventura pelo mar ainda mantém algum tipo de superstição. Pode ser desde um amuleto da sorte ou azar a ser evitado. As superstições marítimas são bastante antigas, pertencem a uma época em que a navegação tinha muito mais componentes de sorte. Essa precariedade fez com que os antigos marujos desenvolvessem crenças que pudessem trazer algum conforto e esperança contra o medo da morte e a fatídica viagem. Hoje em dia, apesar de toda a segurança disponível, busca e resgate de bombeiros e marinha, o mar ainda comanda surpresas e se mantém sempre imprevisível.

Conheça algumas superstições marítimas:
– Nunca rebatize um barco.
– Uma moeda de prata sob o mastro traz boa sorte.
– Jamais diga “boa sorte” para alguém que esteja em uma embarcação.
– Para alguns marinheiros a cor preta traz azar a bordo.
– Faça oferenda aos deuses antes de zarpar.
– Existem certos ventos tão terríveis que podem fazer barcos naufragarem.

O mar, bem como todos os outros elementos, montanhas e as matas é um rico e fértil território para o desenvolvimento de mitos e lendas. Parte se deve ao mistério e ao desconhecido que habita as paragens longínquas e desabitadas. Parte é imaginação. Há muito se ouvem histórias sobre monstros e criaturas marinhas, fantasmas que assombram a noite, as florestas e os oceanos.

Lendas
A figura mítica de Odisseus em sua trágica desventura no retorno a ilha de Ítaca, talvez tenha sido o primeiro a sofrer a fúria e as paixões das terríveis criaturas marinhas. Podemos destacar o episódio das sereias, ou encantadas, que, com seus cantos, tragavam homens e almas para o fundo do mar.

Instruído sabiamente pelos deuses, Odisseus soluciona o enigma: manda que sua tripulação tampe os ouvidos com cera de abelhas para que não ouvissem o canto temeroso das sereias e, com isso, não se jogassem ao mar. Porém, ele mesmo, o divinal Odisseus, manda que sua tripulação o amarre o mastro principal sem a cera nos ouvidos. Com isso, ele, mesmo amarrado ao mastro, ouve o belo e fatal canto das sereias sem sofrer as consequências.
Há ainda a vasta enciclopédia de livros e filmes sobre o Triângulo das Bermudas, onde navios e embarcações misteriosamente desaparecem sem deixar vestígios. Algumas dessas lendas têm origem na realidade e casos sobre esse lugar continuam a surgir. As superstições, mitos e lendas, residem nesse espaço entre a realidade, os fatos e a imaginação.

 

Fonte: www.dicasautore.com.br

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